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Ecobags para Casamento

Na onda das ecobags, elas se tornaram ótimas opções para presentear alguém. E porque não no seu casamento? É isso mesmo, uma boa opção é oferecer uma ecobag personalizada como lembrancinha do seu casamento para seus convidados (ou somente para as convidadas, como muitas pessoas preferem)!

O interessante das sacolas ecológicas é que elas serão presentes úteis para seus convidados na hora de ir às compras, ajudando a reduzir o uso das sacolas plásticas. Além disso, é uma lembrança super original que não pesa muito no orçamento!

Veja alguns modelos que encontramos no “Veu e Grinauda” e “Casamento Click”. Muito fofas!

Foto: Casamento Click

Por Cor de Rosa Lembranças

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Fica a dica!

Saiba como manter o ar de casa limpo e fresco sem usar produtos químicos

Saiba como manter o ar de casa limpo e fresco sem usar produtos químicos

Postado em 12/02/2012 às 09h40

Ninguém gosta de odores desagradáveis​​, e para acabar com ele muitas vezes as pessoas usam os tradicionais purificadores de ar em sprays ou de tomada. Com tudo, a casa acaba recebendo mais do que você espera em cada ‘sopro’. A maioria dos produtos perfumados – cartuchos e velas – enchem o ambiente com produtos químicos tóxicos.

Para não correr riscos, combata os maus odores com purificadores de ar ambientalmente corretos e orgânicos. Eles são mais seguros para pessoas e animais de estimação e são saudável para o planeta também.

Purificadores de ar, tóxicos, raramente fazem o trabalho que deveriam fazer. Em vez de quebrar ou neutralizar odores, eles simplesmente disfarçam-os. Pior ainda, neles estão contidas muitas substâncias químicas que amortecem os nervos que revestem as passagens nasais e bloqueiam temporariamente o sentido do olfato.

A exposição a estes produtos químicos podem causar dores de cabeça e náuseas ou agravar a asma . Mas, uma das substâncias químicas encontradas em ambientadores, os ftalatos, também causam problemas hormonais e reprodutivos, defeitos de nascimento e transtornos do desenvolvimento. Outros ingredientes tóxicos, tais como compostos orgânicos voláteis (VOCs), benzeno e formaldeído, causam dano neurológico e cancro.

Soluções ambientalmente corretas são uma boa opção. Encontre purificadores de ar à base de plantas, hoje em dia é bastante fácil, e eles oferecem uma variedade de benefícios ao meio ambiente. Esqueça o desperdício de energia com cartuchos perfumados de tomada; opções mais ecológicas vêm em sprays sem aerosol e são biodegradáveis. A maioria dos produtos de eliminação de odores ecologicamente corretos, também evita testes em animais e utilizam embalagens recicláveis​​. Lavanda sem pesticidas e óleos essenciais cítricos são mais frequentemente utilizados em purificadores de ar orgânicos. Mas, lembre-se de ler atentamente o rótulo, um purificador de ar sem cheiro ou que afirme ser natural não significa que seja 100% livre de produtos químicos.

Outra forma de evitar a introdução de toxinas em sua casa é fazer o seu próprio ambientador. Encha uma garrafa spray com água destilada ou purificada e adicione algumas gotas de um óleo essencial orgânico. Limão, laranja e lavanda são perfumes populares para refrescar a casa, mas você pode experimentar outros e criar um spray de ar personalizado.

A maneira mais simples e eficaz para refrescar o ar dentro de sua casa é abrir as janelas, mas você também pode deixar pequenos frascos com bicarbonato de sódio ou vinagre em toda a casa para absorver odores desagradáveis​​. Ferver especiarias como cravo e canela em uma panela cheia de água tira odores e adiciona um aroma delicioso ao ar. Queimar soja pura e velas de cera de abelha com chumaços de algodão também ajudam a limpar o ambiente. Saquinhos de ervas orgânicas espalhados por toda a casa deixam uma fragrância sutil. Outra maneira natural para refrescar o seu espaço é ‘nutri-lo’ com plantas, elas melhoraram significativamente a qualidade do ar interior, removendo o dióxido de carbono e outras toxinas. Por Melissa Lewis,

Fonte: Ciclo Vivo

 

Mídia “tira” preço de sacolas Ecologicamente Corretas

Mídia “tira” preço de sacolas Ecologicamente Corretas
Grupo Fourmidia usa sacola como mídia para anunciantes e deixa item gratuito.Propaganda tira o custo de ecobag do consumidor final
Tendência após o anúncio que as sacolas plásticas serão cobradas pelos supermercados, as sacolas biodegradáveis agora são mídia para anunciantes. O Grupo Four Mídia fechou uma parceria para usar as “ecobags” como plataforma para propaganda e, com isso, deixar o item gratuito ao consumidor final.
“O consumidor está reclamando que terá que pagar pela sacola biodegradável e, quando chegarem a um estabelecimento e souberem que determinada marca arcou com o custo, ficará grato pela economia”, afirmou o diretor o diretor do Grupo Four Midia, Meyer Nigri, que ressaltou que as marcas que tirarem proveito da proibição da distribuição gratuita de sacolas plásticas estarão em vantagem.
A ação inicial da parceria envolve a distribuição mais de 300 mil sacolas em bairros da periferia de São Paulo, bem na semana que a restrição às sacolas plásticas entra em vigor. A sacola-mídia desenvolvida atende a todas as normas técnicas de sustentabilidade.

Kopenhagen reposiciona marca e reformula embalagens

 

A Kopenhagem inicia 2012 com uma nova proposta de layout para as sacolas e caixas da marca.
Os modelos possuem um visual inspirado na flor do cacau em união com a letra “K”, que passará a ser estampado em todas as embalagens e materiais de comunicação da empresa a partir deste mês.
O novo padrão gráfico contempla as sacolas de papel em diferentes tamanhos, as caixas de bombons e as presenteáveis. A apresentação das embalagens da Kopenhagen pretende competir com a de produtos como perfumes e joias, agregando valor às peças.
O design foi desenvolvido pela agência Antilhas e as atuais embalagens já estão presentes em todas as 280 lojas da rede pelo Brasil.

Proibido Uso de Sacolas Plásticas – Agora é Lei no Pr

Deputados aprovam proibição de sacolas plásticas no Paraná

 

Foto: Sandro Nascimento/Alep
Deputado Caíto Quintana (PMDB).

Deputado Caíto Quintana (PMDB).

A Assembleia Legislativa aprovou na última quarta-feira (7), em primeira discussão, o projeto de lei 260/2011, de autoria do deputado Caíto Quintana (PMDB), que proíbe o uso de sacos e sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais e órgãos públicos no Paraná. Segundo a proposta, o uso de sacos e sacolas plásticas só será permitido se forem fabricadas exclusivamente com matérias primas biodegradáveis, derivadas total ou parcialmente de fontes de origem renovável natural.

 

Para Caíto, este tipo de matéria precisa atender basicamente os seguintes requisitos: biodegradação em no máximo 18 meses, conter no mínimo 70% de material biodegradável e os resíduos finais não poderão ser tóxicos ou provocar dano ao meio ambiente e que resultem em gás carbônico, água e biomassa. “Os materiais plásticos são provenientes de resina sintética oriunda do petróleo. Não são biodegradáveis e levam muito tempo para se decompor na natureza”, informa.

Dano ambiental
– Ao serem jogadas em vazadouros, as sacolas podem obstruir a passagem da água, acumulando detritos e impedindo a decomposição dos materiais biodegradáveis. Tratando-se, portando de um material altamente nocivo ao meio ambiente, torna-se igualmente necessário um combate mais eficaz contra este tipo de material. São práticas largamente consagradas, em quase todos os países da Europa.

Por tudo isso, o deputado justifica que sua proposição visa desestimular o uso de sacolas plásticas, lembrando que os estabelecimentos comerciais e órgãos públicos terão prazo de um ano para substituir os materiais.

Caíto reconhece que a proposta irá acarretar, num primeiro momento, aumento de custo para os empresários. “Mas isto até que os consumidores se convençam da importância substancial da mudança de atitude e de consciência com relação ao uso ecologicamente correto de materiais biodegradáveis”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049

Jornalista: Assessoria de Imprensa, com colaboração de Ronildo Pimentel e Olir Pivatto

 

Deputados aprovam proibição de sacolas plásticas no Paraná

Deputados aprovam proibição de sacolas plásticas no Paraná

Da Redação, com Alep

A Assembleia Legislativa aprovou na última quarta-feira (7), em primeira discussão, o projeto de lei 260/2011, de autoria do deputado Caíto Quintana (PMDB), que proíbe o uso de sacos e sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais e órgãos públicos no Paraná. Segundo a proposta, o uso de sacos e sacolas plásticas só será permitido se forem fabricadas exclusivamente com matérias primas biodegradáveis, derivadas total ou parcialmente de fontes de origem renovável natural.

Para Caíto, este tipo de matéria precisa atender basicamente os seguintes requisitos: biodegradação em no máximo 18 meses, conter no mínimo 70% de material biodegradável e os resíduos finais não poderão ser tóxicos ou provocar dano ao meio ambiente e que resultem em gás carbônico, água e biomassa. “Os materiais plásticos são provenientes de resina sintética oriunda do petróleo. Não são biodegradáveis e levam muito tempo para se decompor na natureza”, informa.

fonte: Band Curitiba

Minorize a Poluição Ambiental.

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Os mercados na área onde moro, e acredito que toda a rede trabalhe assim, tem um sistema de recolhimento de sacolas plásticas muito interessante. Eles sempre colocam na entrada de suas lojas, de forma bem visível, caixas especiais onde o consumidor pode deixar as sacolas plásticas de compras que levou para casa.

Estas sacolas vão para reciclagem e voltam para as lojas. Eles não cobram nada por elas mas disponibilizam esta prestação de serviço que além de ajudar ao cliente minoriza a poluição ambiental.

Os mercados também te dão a opção de levar suas compras em bolsas de papel. Sabe os filmes americanos que a gente sempre vê as pessoas chegando em casa com as compras em grandes sacos de papel, pois é isto é verdade não é Holywood.

Como consumidor você escolhe a que mais lhe convém e nas duas você está de alguma forma contribuindo para diminuir a poluição, pelo menos na área em que você vive. Mesmo que o consumidor não tenha esta visão de não poluição, ele acaba contribuindo para isto de forma compulsiva.

As lojas e principalmente os supermercados também tem uma terceira opção: você compra uma sacola de material reciclado pelo valor de +/- 1 dólar, que em reais hoje (maio/2007) está valendo +/- R$ 2,04.

Ela é reforçada e costuma ter um bom tamanho e acima de tudo alivia a conciência. Não é charmosa mas tem estilo, o estilo de não prejudicar, não poluir, de não matar.

Não seria interessante termos este tipo de trabalho no Brasil? Ao invés de vermos os sacos boiando nos rios, ou entupindo a rede pluvial das ruas, causando mais transtornos, veríamos um trabalho ambiental muito interessante, podemos até dizer de peso. Carregar o peso das compras em sacolas recicláveis, e tirar o peso do planeta em atendar as nossas infindáveis necessidades.

No Brasil eu sempre comprava sacos reciclados no supermercado Mundial, só não consigo lembrar o nome da marca, não que em outros mercados não existam, mas só lá eu encontrei um que era resistente, não rasgava a toa e aguentava o peso a que ele se destinava, além de ter um custo bem reduzido em relação a produto novo.

Para mim este é o grande problema deste tipo de sacola ou saco de lixo ou o que seja. Não tem qualidade. O fato de ser feito com material reciclado não quer dizer que ela deva ser baixa. As empresas visando um grande lucro fazem o produto de maneira deplorável.

Muita gente já ouviu falar de um lugar chamado Jardim Gramacho em Duque de Caxias no Rio de Janeiro, é neste lugar que fica o famoso lixão que está sempre aparecendo nos telejornais.

É onde muita gente sobrevive catando lixo e até comida. O que quase nunca ou nunca se menciona é que nesta mesma área funcionam inúmeras fábricas de reciclagem de material e principalmente as que confeccionam sacolas de lixo residencial. Traz trabalho, traz dignidade, traz renda, traz progresso para a área e claro ajuda o planeta.

Não podemos deixar de mencionar que o Brasil tem um trabalho bem intenso de reciclagem, sem esquecer também de empresas que se preocupam em ter em seu portfólio produtos que não agridam a natureza ou serviços para isto (a Natura é um bom exemplo).

O que quero salientar é que na área em que moro as suas opções ficam bem visíveis. Nos EUA tudo é movido a consumo, se você não compra, você não existe, mas em compensação você escolhe. Há que se ter este tipo de mentalidade em lojas tupiniquins. Este tipo de produto/serviço não é consumido como biscoito, ele é consumido pela consciência. E pelo que eu saiba eu nunca vi uma andando pelas ruas e pedindo as coisas. É preciso mostrar que todos estão engajados neste propósito (quem produz, quem vende, quem compra).

É uma luta árdua, é cansativa, chega até ser chata, mas é um investimento de longo prazo na bolsa de valores da nossa vida, ou seria a sacola?

Recuse você também as sacolinhas Plásticas.

As sacolinhas plásticas estão com os dias contados: elas devem ser banidas até janeiro do ano que vem. O objetivo da medida é tirar de circulação cerca de 2,5 bilhões de sacolinhas distribuídas mensalmente em todo o estado de São Paulo, já que muitas são descartadas de maneira incorreta. Isso gera entupimento de bueiros e dificulta a drenagem urbana, agravando o problema de enchentes.

Diante deste cenário, o ideal mesmo é levar as ecobags para passear quando for às compras, não só no supermercado, mas em lojas, feiras e até na farmácia. Recusar as sacolinhas plásticas fará uma diferença enorme no futuro.

Aproveite para dar uma olhada nas belas ecobags vendidas na Brand Castle, são reforçadas, modernas e espaçosas. Algumas são tão arrojadas que, quando vazias, se parecem mais com uma carteira ou necessaire e, fechadas, podem ser carregadas na bolsa ou mochila. 

Ecobags Curitiba | Sacolas Ecológicas Curitiba

 

Siga esse exemplo de sucesso!


NEGÓCIOS – Com ações sustentáveis, lavanderia é premiada pela FGVEstabelecimento tem sacola retornável e cabides de papelão recicláveisGiovana Romani |

Unidade da Vila Nova Conceição: 50 000 reais na implantação do projeto

Em uma esquina da Vila Nova Conceição, clientes aguardam para entregar seus edredons à atendente da lavanderia. Lá dentro, um vestido Chanel está prestes a ser passado. Camisas sociais encontram-se dobradas e, para ficar pronto, o conjunto de short e blusa de paetês só precisa ser embalado. Tudo normal, não fosse o banner logo na entrada, que anuncia a sacola retornável feita de garrafas PET e o conceito de sustentabilidade adotado pela empresa, baseado nos três “R” (reduzir, reutilizar e reciclar). Com ações para amenizar o impacto de sua atividade no meio ambiente, a rede Lavasecco recebeu o Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo, na categoria pequena empresa, promovido pelo Centro de Excelência em Varejo (GVcev), da Fundação Getulio Vargas. “Temos como objetivo reconhecer e disseminar essas iniciativas Brasil afora”, afirma o professor Luiz Macedo, assessor do programa.

A proprietária Maria Alzira: sacola retornável

Batizado de Atitude Eco, o projeto ecologicamente correto da lavanderia teve início dois anos atrás de maneira tímida. Ao notar que, depois de usados, os porta-tíquetes de plástico eram descartados pela clientela, a gerente de marketing Alessandra Oricchio sugeriu que eles fossem substituídos por pequenos envelopes de papel reciclado. Deu certo. A meta seguinte foi diminuir a utilização de filme plástico sem prejudicar a qualidade do serviço. Devidamente treinadas, as atendentes passaram a pedir autorização aos consumidores para colocar mais de uma peça de roupa na mesma embalagem. “A aceitação foi ótima”, conta Alessandra. “Conseguimos reduzir o uso do plástico em 20%.” Outra novidade, a sacola retornável feita de garrafas PET é oferecida como brinde a cada dez itens levados para lavar. Em um ano, 5 000 unidades foram produzidas. Um olhar mais atento permite que se note mais uma diferença entre a lavanderia da Vila Nova Conceição e a maioria das lojas do gênero. Lá, os cabides enfileirados nas araras são maiores e mais coloridos que os tradicionais.

Mudanças verdes: cabides de papelão recicláveis e embalagens que comportam mais de uma peça de roupa

Não se trata de modismo, mas dos tais “cabides ecológicos”, confeccionados com papelão certificado. Sobre ele, a logomarca da Lavasecco (ou algum anúncio publicitário) é impressa em uma gráfica que possui certificação de Manejo Florestal Consciente. O gancho, de poliestireno, pode ser reciclado. “Conseguimos tirar de circulação 40 000 cabides de arame e plástico todo mês”, comemora a economista Maria Alzira Linares, proprietária da rede de franquias com onze unidades (apenas uma fora da Grande São Paulo, em Florianópolis). Ela fez carreira no mercado financeiro e trabalhou na diretoria do extinto Banco Noroeste até o início dos anos 90. Determinada a empreender, tornou-se franqueada da rede 5àSec e, terminado o contrato, decidiu montar a própria marca. A Lavasecco surgiu cinco anos atrás e logo começou a operar em sistema de franchising. “Queria poder seguir minha filosofia”, diz. “Meu público-alvo, as classes A e B, está ligado nas questões ambientais.”

A preocupação tende a se expandir para a concorrência. Isso porque a Associação Nacional das Empresas de Lavanderia (Anel) lançou, no mês passado, o Selo de Qualidade e Sustentabilidade para o setor. “Trata-se de uma certificação adaptada às necessidades do nosso mercado”, explica a administradora Paola Tucunduva, presidente da entidade. “Serão avaliadas questões de qualidade, meio ambiente, saúde e segurança.” A proprietária da Lavasecco gastou 50 000 reais na implantação das medidas verdes. Seu objetivo é conseguir substituir o plástico comum pelo oxibiodegradável, cerca de 30% mais caro. “Se mais empresários adotarem práticas sustentáveis, os custos diminuirão”, acredita.